11 de abril de 2021
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Nesta sexta-feira, a Seleção Brasileira faz a primeira partida contra a Argentina, às 20h30 (de Brasília), no estádio Torito Rodriguez, em Mendoza (ARG). O segundo duelo válido pela Liga Mundial foi antecipado de domingo para sábado e será realizado no mesmo horário e local.

Depois de vencer seus dois primeiros compromissos na competição, ambos contra a Polônia, o Brasil chega com moral, mas mesmo assim os jogadores brasileiros seguem atentos aos próximos adversários. William Arjona, que conhece o vôlei argentino, depois de quatro anos defendendo o Bolívar, sabe que a Argentina tem bastante força.

“Eles estudam muito a nossa equipe. O vôlei argentino é bem parecido com o nosso. O treinador deles já trabalhou no Brasil e conhece muito o nosso vôlei”, disse o levantador. “Tenho certeza que vão ser jogos bem complicados, principalmente jogando aqui, onde a torcida apoia muito a seleção da casa. Mas temos um bom time, a equipe tem crescido bastante a acho que as duas vitórias na Polônia nos deram uma confiança ainda maior e importante ao grupo”, frisou William.

Nos confrontos deste final de semana, William Arjona vai se reencontrar com o técnico Javier Weber, comandante com o qual ele conquistou todos os títulos no tempo em que jogou na Argentina.

“Vai ser um reencontro com o Weber, que foi meu treinador durante quatro anos na Argentina. Somos amigos. Convivemos muito tempo e temos um carinho muito grande um pelo outro. Mesmo assim, espero vencê-lo dessa vez”, falou o atleta.

A Seleção não poderá contar com o central Lucão, que segue com dores abdominais. Éder será o seu substituto e ele aposta em duelos complicados contra os argentinos.

“O time deles é mais jovem, mas que busca crescer o tempo inteiro. Eles já estão classificados para a fase final, por ser o país sede, e acredito que isso seja um fator positivo, já que jogam com uma responsabilidade um pouco menor. Além disso, terão o apoio da torcida e temos que tomar muito cuidado. Sem dúvida, a ausência do Lucão atrapalha, mas o Isac e o Maurício já demonstraram suas qualidades e, se estão na seleção, é porque merecem”, declarou Éder.

O técnico Bernardinho também não crê que o Brasil terá facilidade: “A Argentina é o nosso grande rival no continente. Uma equipe que vem sendo construída já há alguns anos. É uma nova geração formada por filhos e herdeiros da grande geração dos anos 80 da Argentina. O Weber é um grande conhecido, já jogou e foi técnico no Brasil. Um time com característica de muita garra, determinação, agressividade e, ao mesmo tempo, muita técnica. É uma equipe que a cada ano vem se consolidando como grande adversário do Brasil nas Américas e que briga por todas as competições conosco”.

Divulgação/CBV
Jogadores e técnico da Seleção Brasileira creem em duelos complicados contra os argentinos

Nesta sexta-feira, a Seleção Brasileira faz a primeira partida contra a Argentina, às 20h30 (de Brasília), no estádio Torito Rodriguez, em Mendoza (ARG). O segundo duelo válido pela Liga Mundial foi antecipado de domingo para sábado e será realizado no mesmo horário e local.

Depois de vencer seus dois primeiros compromissos na competição, ambos contra a Polônia, o Brasil chega com moral, mas mesmo assim os jogadores brasileiros seguem atentos aos próximos adversários. William Arjona, que conhece o vôlei argentino, depois de quatro anos defendendo o Bolívar, sabe que a Argentina tem bastante força.

“Eles estudam muito a nossa equipe. O vôlei argentino é bem parecido com o nosso. O treinador deles já trabalhou no Brasil e conhece muito o nosso vôlei”, disse o levantador. “Tenho certeza que vão ser jogos bem complicados, principalmente jogando aqui, onde a torcida apoia muito a seleção da casa. Mas temos um bom time, a equipe tem crescido bastante a acho que as duas vitórias na Polônia nos deram uma confiança ainda maior e importante ao grupo”, frisou William.

Nos confrontos deste final de semana, William Arjona vai se reencontrar com o técnico Javier Weber, comandante com o qual ele conquistou todos os títulos no tempo em que jogou na Argentina.

“Vai ser um reencontro com o Weber, que foi meu treinador durante quatro anos na Argentina. Somos amigos. Convivemos muito tempo e temos um carinho muito grande um pelo outro. Mesmo assim, espero vencê-lo dessa vez”, falou o atleta.

A Seleção não poderá contar com o central Lucão, que segue com dores abdominais. Éder será o seu substituto e ele aposta em duelos complicados contra os argentinos.

“O time deles é mais jovem, mas que busca crescer o tempo inteiro. Eles já estão classificados para a fase final, por ser o país sede, e acredito que isso seja um fator positivo, já que jogam com uma responsabilidade um pouco menor. Além disso, terão o apoio da torcida e temos que tomar muito cuidado. Sem dúvida, a ausência do Lucão atrapalha, mas o Isac e o Maurício já demonstraram suas qualidades e, se estão na seleção, é porque merecem”, declarou Éder.

O técnico Bernardinho também não crê que o Brasil terá facilidade: “A Argentina é o nosso grande rival no continente. Uma equipe que vem sendo construída já há alguns anos. É uma nova geração formada por filhos e herdeiros da grande geração dos anos 80 da Argentina. O Weber é um grande conhecido, já jogou e foi técnico no Brasil. Um time com característica de muita garra, determinação, agressividade e, ao mesmo tempo, muita técnica. É uma equipe que a cada ano vem se consolidando como grande adversário do Brasil nas Américas e que briga por todas as competições conosco”.

Divulgação/CBV

Jogadores e técnico da Seleção Brasileira creem em duelos complicados contra os argentinos
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