9 de março de 2021
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O novo sistema usado para definir as seleções de Vôlei de praia vem trazendo resultados positivos ao Brasil e, na temporada 2013, duplas brasileiras já subiram ao pódio seis vezes. O bom funcionamento do novo m&eac...

O novo sistema usado para definir as seleções de Vôlei de praia vem trazendo resultados positivos ao Brasil e, na temporada 2013, duplas brasileiras já subiram ao pódio seis vezes. O bom funcionamento do novo método foi confirmado ainda mais na World Cup Final, em que o Brasil ficou com o ouro duplo, com Alison/Emanuel e Talita/Maria Elisa.

Na primeira edição da competição, realizada em Campinas, que reuniu campeões das fases regionais da Continental Cup e participantes dos Jogos Olímpicos, o Brasil ficou com os títulos depois de eliminar os Estados Unidos nas duas decisões.

“Destaco dois fatores importantes, além da volta do Alison e Emanuel, que jogaram em alto nível. Primeiro, a importância de se conquistar um título logo na primeira edição de uma nova competição, e dentro da nossa casa. Batemos na final a dupla americana que, hoje, é a primeira do ranking. Segundo, mostramos que a união ganha jogo. Mesmo com um set atrás, eles nunca desistiram. E é esse o espírito que quero na seleção. Trabalhar para se superar”, comentou Letícia Pessoa, técnica da seleção masculina.

Marcos Miranda, técnico da seleção feminina, também comemorou o resultado de Talita e Maria Elisa, que retomaram a parceria para a disputa da competição, mas também fez questão de lembrar os resultados anteriores.

“Esses resultados só confirmam que o caminho é esse. Estamos não só plantando sementes para os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, como também para perpetuar esse novo sistema. Dos cinco meses de vida do projeto, colocamos, pela primeira vez na história, quatro duplas femininas nas quartas de final de uma etapa do Circuito Mundial. Nos seis lugares do pódio nos dois últimos Grand Slam, havia quatro parcerias do Brasil lá em cima. A World Cup Final veio fechar um primeiro ciclo dessa participação das seleções”, afirmou o treinador.

Alexandre Arruda/CBV

Após tempo afastado por lesão, Alison foi campeão da World Cup Final

No dia 11 de junho, começa a fase europeia do Circuito, com o Grand Slam de Haia, na Holanda. Na sequência, será realizado o Grand Slam de Roma, na Itália, de 18 a 23 de outubro, seguido pelo Campeonato mundial, em Stare Jablonki, na Polônia, de 1 a 7 de julho.

“É muito gratificante, em tão pouco tempo de parceria com a Taiana, já ganhar uma etapa Grand Slam do Circuito Mundial. E, logo em seguida, ainda ter a chance de jogar a World Cup Final, ao lado da Maria Elisa, e ser campeã novamente. O trabalho aqui em Saquarema tem sido bem feito, com a melhor estrutura possível, e vamos buscar outros grandes resultados para o Brasil”, comentou a campeã Taiana.

Ausente de duas competições por conta de uma lesão no dedo mínimo da mão esquerda, Alison mostrou a satisfação de voltar em boa forma e conquistar um título tão importante.

“Ganhar um título internacional dentro de casa é a retribuição de todo o trabalho que você faz. E premiou toda uma equipe que se dedica ao máximo. Depois de uma conquista como essa, a motivação só aumenta. E, quando o time ganha confiança, é como no futebol: a bola bate e entra. Eu e Emanuel temos tudo para fazer bons jogos na Holanda e na Itália e, depois, chegar bem ao nosso grande objetivo no ano, que é conquistar o bicampeonato mundial, na Polônia”, concluiu o atleta.

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