16 de junho de 2021
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Após quase um ano de acidente, De Villota mostra capacete danificado 1
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Há exatos 11 meses e um dia, Maria de Villota sofreu grave acidente em teste aerodinâmico em linha reta da Marussia. Na noite desta segunda feira, a espanhola mostrou pela primeira vez os danos causados no capacete que utilizava na ocasião.

Fabricado em fibra de carbono e considerado super-resistente, a peça impressiona por conter extenso rasgão em sua parte inferior, fruto do impacto contra a porta de um caminhão de transporte do aeroporto de Duxford (ING), palco do acidente.

Divulgação
Exatamente onze meses após acidente, Maria de Villota expôs capacete destruído que salvou sua vida
“Até agora, só minha família e amigos haviam visto [o capacete]. Mas é importante que outras pessoas possam vê-lo, também. Se isso é o que temos em um F-1, imagine o que teria acontecido se eu não estivesse usando nada”, alerta a ex-piloto, durante evento pró-segurança no trânsito em Madri.

Recuperada do acidente, De Villota sofre com sequelas que a impedem de pilotar. Além de ter perdido o olho direito, a espanhola tem de lidar com fortes dores de cabeça por conta das fraturas sofridas no crânio e no maxilar.

Ela porém, segue atuando no mundo do automobilismo, já que tornou-se embaixadora da Comissão de Mulheres no Esporte Motor, conselheira do Real Automóvel Clube da Espanha e comanda sessão sobre segurança na F-1 em emissora de seu país.

Há exatos 11 meses e um dia, Maria de Villota sofreu grave acidente em teste aerodinâmico em linha reta da Marussia. Na noite desta segunda feira, a espanhola mostrou pela primeira vez os danos causados no capacete que utilizava na ocasião.

Fabricado em fibra de carbono e considerado super-resistente, a peça impressiona por conter extenso rasgão em sua parte inferior, fruto do impacto contra a porta de um caminhão de transporte do aeroporto de Duxford (ING), palco do acidente.

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Exatamente onze meses após acidente, Maria de Villota expôs capacete destruído que salvou sua vida

“Até agora, só minha família e amigos haviam visto [o capacete]. Mas é importante que outras pessoas possam vê-lo, também. Se isso é o que temos em um F-1, imagine o que teria acontecido se eu não estivesse usando nada”, alerta a ex-piloto, durante evento pró-segurança no trânsito em Madri.

Recuperada do acidente, De Villota sofre com sequelas que a impedem de pilotar. Além de ter perdido o olho direito, a espanhola tem de lidar com fortes dores de cabeça por conta das fraturas sofridas no crânio e no maxilar.

Ela porém, segue atuando no mundo do automobilismo, já que tornou-se embaixadora da Comissão de Mulheres no Esporte Motor, conselheira do Real Automóvel Clube da Espanha e comanda sessão sobre segurança na F-1 em emissora de seu país.

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