15 de janeiro de 2021
Fut Milionário
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Desde que foi eleito presidente do Palmeiras, em janeiro deste ano, Paulo Nobre tornou as visitas à Academia de Futebol parte da própria rotina. Seja com o intuito de parabenizar os atletas por algum resultado positivo ou anunciar uma decisão de impacto – como na vez em que cortou publicamente as “regalias” das torcidas organizadas -, o dirigente criou o hábito de comparecer ao centro de treinamento localizado na Barra Funda.

A última dessas visitas foi realizada nessa terça-feira, quando ele anunciou a diminuição no preço dos ingressos para os próximos dois jogos do Palmeiras como mandante. O alto valor das entradas (a arquibancada custava R$ 60) e o próprio dirigente foram alvos do protesto de torcedores antes da estreia do clube na Série B, no último sábado, contra o Atlético-GO.

“Eu acho que é uma filosofia, um estilo dessa presidência (comparecer à Academia de Futebol). Os assuntos polêmicos não podem passar em branco. Se você não fala com o público, os comentários surgem mesmo quando não existem problemas. Se os problemas são pequenos, mas existem, acabam ficando maiores se você não falar nada”, diz.

No final do ano passado, o então presidente Arnaldo Tirone foi bastante criticado pela torcida por ir à praia do Leblon, no Rio de Janeiro, um dia após a queda para a Série B ter sido selada. Risco que Nobre não quer correr.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Presidente aparece com frequência na Academia de Futebol e se mantém próximo de comissão técnica e atletas
“Sempre que há uma decisão polêmica, é necessária uma explicação à torcida. O Palmeiras é grande por causa da torcida que tem, que é maior do que a população de muitos países”, afirma.

As visitas à Academia não têm, no entanto, sido suficientes para aplacar a ira dirigida pelas torcidas organizadas ao dirigente. Ele vem sendo constantemente criticado por tais grupos, principalmente depois que cortou a venda de ingressos diretamente a esses torcedores e proibiu que eles ganhassem entradas de graça para jogos disputados fora de casa.

A decisão foi tomada no começo de março, depois de uma confusão envolvendo membros da Mancha Alviverde e jogadores, em um aeroporto de Buenos Aires. O goleiro Fernando Prass sofreu um corte na cabeça ao ter uma xícara atirada em sua direção, enquanto outros jogadores também sofreram ameaças de agressões físicas.

“Em hipótese alguma são tomadas medidas para bater de frente com alguém. Fazemos uma análise do que é positivo para o clube. Sempre há pessoas que discordam, mas não tomamos as decisões com esse objetivo. Estamos sempre mirando o melhor para o Palmeiras”, disse, ao comentar o aumento do preço dos ingressos – medida já revogada pelo próprio mandatário.

Desde que foi eleito presidente do Palmeiras, em janeiro deste ano, Paulo Nobre tornou as visitas à Academia de Futebol parte da própria rotina. Seja com o intuito de parabenizar os atletas por algum resultado positivo ou anunciar uma decisão de impacto – como na vez em que cortou publicamente as “regalias” das torcidas organizadas -, o dirigente criou o hábito de comparecer ao centro de treinamento localizado na Barra Funda.

A última dessas visitas foi realizada nessa terça-feira, quando ele anunciou a diminuição no preço dos ingressos para os próximos dois jogos do Palmeiras como mandante. O alto valor das entradas (a arquibancada custava R$ 60) e o próprio dirigente foram alvos do protesto de torcedores antes da estreia do clube na Série B, no último sábado, contra o Atlético-GO.

“Eu acho que é uma filosofia, um estilo dessa presidência (comparecer à Academia de Futebol). Os assuntos polêmicos não podem passar em branco. Se você não fala com o público, os comentários surgem mesmo quando não existem problemas. Se os problemas são pequenos, mas existem, acabam ficando maiores se você não falar nada”, diz.

No final do ano passado, o então presidente Arnaldo Tirone foi bastante criticado pela torcida por ir à praia do Leblon, no Rio de Janeiro, um dia após a queda para a Série B ter sido selada. Risco que Nobre não quer correr.

Djalma Vassão/Gazeta Press

Presidente aparece com frequência na Academia de Futebol e se mantém próximo de comissão técnica e atletas

“Sempre que há uma decisão polêmica, é necessária uma explicação à torcida. O Palmeiras é grande por causa da torcida que tem, que é maior do que a população de muitos países”, afirma.

As visitas à Academia não têm, no entanto, sido suficientes para aplacar a ira dirigida pelas torcidas organizadas ao dirigente. Ele vem sendo constantemente criticado por tais grupos, principalmente depois que cortou a venda de ingressos diretamente a esses torcedores e proibiu que eles ganhassem entradas de graça para jogos disputados fora de casa.

A decisão foi tomada no começo de março, depois de uma confusão envolvendo membros da Mancha Alviverde e jogadores, em um aeroporto de Buenos Aires. O goleiro Fernando Prass sofreu um corte na cabeça ao ter uma xícara atirada em sua direção, enquanto outros jogadores também sofreram ameaças de agressões físicas.

“Em hipótese alguma são tomadas medidas para bater de frente com alguém. Fazemos uma análise do que é positivo para o clube. Sempre há pessoas que discordam, mas não tomamos as decisões com esse objetivo. Estamos sempre mirando o melhor para o Palmeiras”, disse, ao comentar o aumento do preço dos ingressos – medida já revogada pelo próprio mandatário.

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