4 de março de 2021
Fut Milionário
Fut Milionário
Sabe aquele craque que está enfarado do time e resolve trocar de ares? O Neymar está fazendo isto agora. Acho que o Messi poderia também pensar em trocar o Barcelona pelo Grêmio, por exemplo.
Novo time, novos desafios.
Pois "contratamos" o craque do Grêmio Libertador. Ele mesmo: o Duda Tajes. Chega num momento de turbulências, de águas revoltas e de fogo no térreo enquanto estamos na torre do Empire State.
Mas chega trazendo a esperança de dias melhores.
O blog já tem dois pentelhos, uma Pitica, um fanático por filmes e um chileno paraguaio. Faltava um filósofo. Faltava. Agora não mais.
Com vocês então Duda Tajes.
_____

Minhas limitações intelectuais sempre me fizeram levar as situações do futebol para a vida e vice-versa. Acho que isto é culpa de ter lido mais cadernos de esporte e revistas Placar do que livros de filosofia. Fazer o quê?
Nessas de levar as situações do futebol para a vida, vejo a relação entre torcedores (nós) e o Grêmio passando por um momento que os casamentos passam de vez em quando. Aquela hora em que o acúmulo de pequenos defeitos do amor da sua vida fica difícil de aguentar.
No momento de crise da relação, sempre vai aparecer gente dizendo que estava vendo tudo descambar faz tempo, que o outro não merece o seu amor, que você vai ser mais feliz largando tudo, que é hora de partir para outra.
E depois de se desiludir com a relação e levar em conta a opinião dos outros, muita gente desiste mesmo do casamento e vai procurar uma outra relação. Tudo muito normal, moderno, adulto.
Mas no caso do amor pelo nosso time, isto é praticamente impossível.
Ou será que alguém se imagina trocando o manto sagrado tricolor por outra camiseta, frequentando outro estádio, gritando o nome de outro time, cantando outras músicas, comemorando outras vitórias? Simplesmente, não dá.
Não sou diferente de ninguém, por mais que seja um sujeito meio delirante. Passei pelas mesmas desilusões que todo o gremista com o nosso time em 2013. Sofri com o papelão no Gauchão, com as atuações irregulares na Libertadores, com as fofocas sobre a Arena, com os comentários isentos no rádio, nos jornais e na TV, com meus amigos falando tão mal do meu amor que chegava a ser constrangedor.
Mas quer saber? Eu vou retomar a minha relação com o Grêmio.
Digam o que disserem, aconteça o que acontecer, eu vou continuar ao lado do Grêmio. Eu vou relevar o que aconteceu no passado (ou na semana passada) e fazer o que for possível para que o nosso amor volte a ser como era antes. Vou estar com o Grêmio no frio, na chuva e nos horários horrorosos impostos pela CBF e pelo Pay-per-Vil (sic).
Na boa, acho que todos os gremistas que sentiram o desgaste nos últimos meses deveriam fazer o mesmo.
Que venha o Brasileirão. Que venha a Copa do Brasil. E que venham os títulos, as voltas olímpicas e tudo que o Grêmio e nós merecemos.
Vamos acreditar no nosso amor.
Vamos acreditar no nosso Grêmio.
Dá-lhe!

Sabe aquele craque que está enfarado do time e resolve trocar de ares? O Neymar está fazendo isto agora. Acho que o Messi poderia também pensar em trocar o Barcelona pelo Grêmio, por exemplo.
Novo time, novos desafios.
Pois “contratamos” o craque do Grêmio Libertador. Ele mesmo: o Duda Tajes. Chega num momento de turbulências, de águas revoltas e de fogo no térreo enquanto estamos na torre do Empire State.
Mas chega trazendo a esperança de dias melhores.
O blog já tem dois pentelhos, uma Pitica, um fanático por filmes e um chileno paraguaio. Faltava um filósofo. Faltava. Agora não mais.
Com vocês então Duda Tajes.
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Minhas limitações intelectuais sempre me fizeram levar as situações do futebol para a vida e vice-versa. Acho que isto é culpa de ter lido mais cadernos de esporte e revistas Placar do que livros de filosofia. Fazer o quê?
Nessas de levar as situações do futebol para a vida, vejo a relação entre torcedores (nós) e o Grêmio passando por um momento que os casamentos passam de vez em quando. Aquela hora em que o acúmulo de pequenos defeitos do amor da sua vida fica difícil de aguentar.
No momento de crise da relação, sempre vai aparecer gente dizendo que estava vendo tudo descambar faz tempo, que o outro não merece o seu amor, que você vai ser mais feliz largando tudo, que é hora de partir para outra.
E depois de se desiludir com a relação e levar em conta a opinião dos outros, muita gente desiste mesmo do casamento e vai procurar uma outra relação. Tudo muito normal, moderno, adulto.
Mas no caso do amor pelo nosso time, isto é praticamente impossível.
Ou será que alguém se imagina trocando o manto sagrado tricolor por outra camiseta, frequentando outro estádio, gritando o nome de outro time, cantando outras músicas, comemorando outras vitórias? Simplesmente, não dá.
Não sou diferente de ninguém, por mais que seja um sujeito meio delirante. Passei pelas mesmas desilusões que todo o gremista com o nosso time em 2013. Sofri com o papelão no Gauchão, com as atuações irregulares na Libertadores, com as fofocas sobre a Arena, com os comentários isentos no rádio, nos jornais e na TV, com meus amigos falando tão mal do meu amor que chegava a ser constrangedor.
Mas quer saber? Eu vou retomar a minha relação com o Grêmio.
Digam o que disserem, aconteça o que acontecer, eu vou continuar ao lado do Grêmio. Eu vou relevar o que aconteceu no passado (ou na semana passada) e fazer o que for possível para que o nosso amor volte a ser como era antes. Vou estar com o Grêmio no frio, na chuva e nos horários horrorosos impostos pela CBF e pelo Pay-per-Vil (sic).
Na boa, acho que todos os gremistas que sentiram o desgaste nos últimos meses deveriam fazer o mesmo.
Que venha o Brasileirão. Que venha a Copa do Brasil. E que venham os títulos, as voltas olímpicas e tudo que o Grêmio e nós merecemos.
Vamos acreditar no nosso amor.
Vamos acreditar no nosso Grêmio.
Dá-lhe!
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